quinta-feira, dezembro 24

Cinema western

     O cinema western ou “filmes de cowboys” é um género cinematográfico popularizado pelos norte-americanos.
     Eu poderia estar aqui a escrever infinitas coisas sobre este tipo de filmes. No entanto, vou apenas referir alguns aspectos para que fiquem com alguma curiosidade e assistam a um filme deste género.
     A personagem mais comum deste tipo de filmes é o cowboy solitário que anda de cidade em cidade com um cavalo e, normalmente, com um revólver. O exemplo clássico deste género de personagens é Shane, de um filme de 1953.




     Além disso, as perseguições e os confrontos físicos são as técnicas utilizadas para evidenciar a ideia de perigo, sendo que a ideia de viagem é, também, uma constante. É, também, de salientar a paisagem marcada por grandes espaços abertos e os povos indígenas eram considerados “selvagens”.
     Contudo, na década de 60, os povos indígenas deixaram de ser “selvagens” e os argumentos dos filmes tornaram-se mais complexos, pois deixou-se de lado a violência como forma de imposição e saliência das personagens. Um exemplo desta “reviravolta” é The Man Who Shot Liberty Valance (1962).


 
     Até um dia destes.
     Maria

terça-feira, dezembro 1

"O Cerco" (1970)

    “O Cerco” é um filme português, cujo argumento e realização pertencem a António da Cunha Telles. Estreou a 14 de Outubro de 1970.
     António da Cunha Telles transpõe factos da realidade para a ficção. Neste filme, uma mulher (Marta) deixa o marido e torna-se hospedeira numa companhia de aviação e modelo de uma agência publicitária. Tendo problemas económicos, Marta recorre a Vítor (contrabandista). Este agrada-lhe e conforta-a, mas não lhe dá o que ela mais necessita, acabando por aparecer morto.
     Este filme é muito emocionante e aconselho que todos os que puderem, o vejam. É fantástico!
     Volto quando puder.
     Maria.

segunda-feira, novembro 30

Musicais

     O cinema americano apresentou nestes últimos anos superproduções musicais, as quais fascinam pelas suas canções, coreografias elaboradas e pelas cores. Atraem muitas pessoas aos cinemas. Um exemplo disso mesmo é o musical Música no Coração (1965) que só nos Estados Unidos e Canadá teve um lucro de 78 milhões de dólares!


     Deliciem-se!
     Maria

"Verdes Anos", de Paulo Rocha (1963)

     O filme “Verdes Anos” (1963) é um filme português, cujo autor é Paulo Rocha. Estreou ontem (dia 29 de Novembro) nos cinemas São Luís e Alvalade. Claro que, como fã de cinema que todos sabem que sou, tive de ir assistir a esta estreia. Adorei o filme e espero que todos tenham oportunidade de o ver. Mas, enquanto isso não acontece, vou satisfazer a curiosidade de todos os que querem saber de que fala o filme.
      Em “Verdes Anos”, Júlio (19 anos de idade) desloca-se da província para Lisboa, a fim de melhorar as suas condições de vida e a sua situação económica). Assim que chega a Lisboa, Júlio conhece Ilda – jovem rapariga, com a mesma idade que ele, empregada doméstica perto da oficina onde Júlio trabalha como sapateiro. Júlio e Ilda começam a namorar, mas o rapaz começa a desconfiar dela. Assim, Ilda acaba com o namoro e Júlio, desesperado, mata-a.
     Agora que já vos deixei com vontade de ver este filme, deixo-vos um pequeno excerto, com a certeza de que se vão dirigir ao cinema mais próximo para ver o filme completo.
     Maria.

domingo, novembro 15

Filmes da disney

     Claro que neste blog dedicado ao cinema, não podia deixar de falar dos filmes da disney. A pensar nos mais novos, criaram-se personagens ficticias que levam ao cinema muitas crianças.
      Vou deixar-vos com alguns exemplos, esperando que levem os vossos filhos ao cinema.




     Espero que gostem.
     Maria

quinta-feira, novembro 12

Marilyn Monroe, a diva

     Boa noite! Hoje vou falar-vos da minha actriz preferida: Marilyn Monroe! Esta estupenda actriz americana nasceu em Los Angeles, no dia 1 de Junho de 1926.
     Relembro-vos que actualmente, Marilyn Monroe é uma das maiores estrelas do cinema e é um ícone de sensualidade. Começou por fazer alguns pequenos filmes, mas o seu talento para a comédia e a sua sensualidade, tornaram-na numa actriz de sucesso.
     O seu primeiro papel no cinema foi no filme The Shocking Miss Pilgrim, no ano de 1947. A partir desta data participou em vários filmes, como é o exemplo dos filmes The Asphalt Jungle, All About Eve, entre outros. Mas, foi o seu desempenho no filme Niagara, em 1953 que a tornou numa grande figura do cinema, quer nos E.U.A, quer no resto do Mundo. O sucesso em alguns filmes levou a que a actriz participasse em muitos outros filmes, sendo protagonista de muitos deles. Assim, a revista Photoplay atribuiu o prémio de melhor actriz iniciante a esta grande actriz em 1953.
     Espero que Marilyn Monroe continue a brilhar na vida e na ficção.
     Deixo-vos com excertos de filmes em que a actriz já participou.
     Até um dia destes.
     Maria

quarta-feira, novembro 4

A história do cinema

     Boa noite.
     Os meus amigos colocaram-me um enorme desafio. Sou uma grande fã de cinema e, como tal, propuseram-me criar um blog a fim de dar a conhecer as tendências cinematográficas e tudo o que sei sobre este tema. Respondi a este desafio positivamente e espero conseguir com que todos os que venham aqui ao blog, adiram ao cinema e, principalmente, que percebam as mensagens dos filmes.
     Vamos tentar perceber a origem do cinema….
     As primeiras películas rodadas têm origem após 1895 mas são tidas apenas como curiosidades científicas. Logo, diz-se que a história da cinematografia começa com Méliès. Contudo, os primeiros ensaios de cinema depararam-se com duas dificuldades: a falta de som (a mímica era a forma de contacto com o público) e a carga teatral que possuíam os filmes. O som foi inserido no cinema de forma progressiva, estando em constante inovação e desenvolvimento.
    Desde a sua “criação” que o cinema adquiriu excepcional desenvolvimento e atraiu um grande número de público, na América.
    De início, os Norte-Americanos gostavam muito do melodrama, mas também começaram a filmar ao ar livre, criando um tipo de cinema muito próprio e que, ainda hoje, é evidente: ágil, directo e sem preocupações psicológicas. Assim, o cinema cómico começa a adquirir uma crescente importância, tendo em conta os artistas de grande qualidade que o representavam: Turpin, Lloyd, Keaton e Chaplin. É desta forma, que a popularidade dos actores vai crescendo e o trabalho do realizador começa a ser reconhecido.
    É durante a Primeira Guerra Mundial que o cinema americano se afirma de forma definitiva, tendo em conta a supremacia da indústria americana e o declínio da actividade cinematográfica da Europa.
    Após a Segunda Guerra Mundial, os filmes de guerra com um final heróico e/ou vitorioso, as histórias da alta sociedade, as películas de gangsters e as superproduções muito dispendiosas em termos económicos, deterioraram os gostos do público do cinema. No entanto, a cinematografia italiana criou o neo-realismo e, assim, procurou apresentar a vida em ficção como se da realidade se tratasse. Os temas tratados eram mais reais e verídicos. Como era de esperar, o impacte deste tipo de cinema foi muito grande.
     Neste contexto, críticos e técnicos cinematográficos de todo o Mundo começaram a estudar o cinema em profundidade para, deste modo, criarem um cinema verdadeiro, com objectivos e com determinado fim.
      Assim sendo, a cinematografia que começou por ser um “passatempo”, começa a deter grande importância no Mundo. Desta forma, cria modas, consciências, gostos, alerta para problemas, influenciando povos, culturas, religiões e mentalidades.
     Espero ter conseguido cumprir o primeiro objectivo a que me propus: dar a conhecer, sucintamente, a evolução da indústria cinematográfica.
      Voltarei com informações de filmes ou algo importante relacionado com o cinema.
      Até um dia destes.
     Maria.